quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tempo perdido.

Não consigo diferenciar se sonho ou se é real, as coisas acontecem o tempo todo sem pedir permissão nenhuma, sem o meu consentimento.
E aí, caio na velha pergunta: “O quê é que faço aqui?”. Devo esperar o tempo passar e levar consigo lembranças boas e ruins? Não, nunca fiz isso e não será desta vez.
Quero o tempo que passou, quero errar com mais bravura, beijar com mais vontade, sentir o vento - aquele que jamais será o mesmo - mexer meus cabelos, quero o novo, o criado, o ressuscitado. Gostaria também de reviver alguns momentos nem que seja só na memória, mas desbravá-los, descobrir o erro e consertá-lo - ou não.
E eis me aqui, sentada nesta cadeira novamente, acordando de sonhos que me mostram dias melhores, mas em algum lugar no ínfimo alguém me grita: ” CORRE e busca o que é teu”.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

No more tears

Ouça o seu coração, encontre em batidas frequentes o caminho a seguir
Aumente o volume e cante sem pensar em desafinar
Encontre alguém que faça seu sangue pulsar mais rápido, ache neste mesmo alguém o melhor abraço que possa existir
Procure músicas que sejam suas novas "favoritas" e ouça-as sem dó, até enjoar
Grite, chore, esperneie. No final você rirá de tudo, aposte comigo
Dê o seu melhor
Caminhe por estradas jamais percorridas
Almeje um futuro sem desavenças e imagine-o
Queira a paz interior e consiga
Tente, tente, tente
Não deixe o tempo levar a esperança de continuar