Quem sabe um dia eu ainda conte pra você sobre todas as vezes em que chorei e implorei para estar nos teus braços.
E depois de tudo eu ainda prefiro idealizar isso ao invés de me conformar. Prefiro que todo mundo leia, talvez alguns até se encaixem mas o alvo, ah o alvo não, este é indiferente.
Sou vítima de planos bobos, fantasias impossíveis e lembranças inesquecíveis. Sou vítima do tal amor, novamente.
E dói guardar, arde não contar e preferir esconder, machuca, mutila. Mas talvez um dia eu ainda te conte...te conte que eu preferi respeitar as tuas escolhas, que quis ser teus livros e até teu cobertor, que desejei gritar meu amor aos quatro cantos do mundo.
Talvez um dia você saiba que guardei todo o amor do mundo pra você, mas não tive coragem de admitir, por medo de perder o que nunca foi meu.