Não, não, não - repetia para si mesmo- porquê o destino resolveu lhe pregar peça mais uma vez?
Forçava outros pensamentos, conversava com diferentes pessoas, mas o desejo de voltar era mais forte, voltar para aquele lugar, nem que para isso fosse necessário seguir seus rastros ou até mesmo o cheiro, sempre deixado no ar ao partir. Sim, ele conseguiria. Voltar e errar novamente, lenta e delicadamente.
E ele prometeu a si mesmo não mais planejar, pois em outra ocasião já aprendera a conviver com a personalidade excêntrica e ilegível que mais uma vez fez seu coração fraquejar.
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