sexta-feira, 31 de maio de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Ela é minha menina (8
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
:}
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O café esfriou, o nosso amor não.
Tive a certeza quando te esperava, imóvel, com o coração na mão por pensar que talvez não viesse. E esse coração angustiado mudou drasticamente quando um vulto alaranjado transformou-se na tua nítida figura, aquela que eu tanto ansiava enxergar. E o que era dúvida passou a ser o palpitar deste coração calejado, como nas primeiras vezes que nos encontrávamos e meu peito parecia estar prestes a rasgar.
Enfim, com lágrimas nos olhos e a garganta "arranhando", me joguei nos teus braços e no teu peito quente e aconchegante eu descobri mais uma vez o amor e quis jamais precisar sair dali.
domingo, 16 de setembro de 2012
I'm so cold
domingo, 27 de maio de 2012
I got you
sábado, 24 de março de 2012
Te amo con toda mi fe sin medida
terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Enchi a xícara do café mais amargo, ao lado deixei chocolate a fim de equilibrar. Assim as coisas tem funcionado, pesando daqui e tirando dali. De um lado a calmaria, de outro o tédio.
— Marley e Eu
sábado, 28 de janeiro de 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
Se foi um erro eu quero errar sempre assim
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
:x

Reta final, pessoas deixadas pra trás, coração na mão
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Johnny manteu-se imóvel por alguns instantes, quando enfim se deu conta de que a única coisa que havia feito em todo aquele tempo era observar o teto, aquele que já fora palco de tantas decisões, medos e momentos de prazer, fora neste exato momento também que ele observou seu travesseiro, já molhado.
Em sua mente pousavam memórias dos mais diversos tipos e a saudade tomava conta daquele pequeno ser que ele havia se tornado, célula a célula. Tão insignificante diante da imensidão que o cercava só pôde implorar a alguma força maior:
- Por que me deixaste agir tão incoerente? Pra onde levaste minha sanidade?
Permaneceu ali, calado e só, já não haviam sobrado arrependimentos, ele usara todos. Deixou que o silêncio e o escuro tomassem conta e adormeceu repleto de culpa e de uma dor, que apenas um ser dentre os sete bilhões no mundo, pode curar.
"As conseqüências dos nossos atos são sempre tão complexas, tão diversas, que predizer o futuro é uma tarefa realmente difícil." (HP)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
E nada vai conseguir mudar o que ficou.

Haverão dias em que você acordará convicto de que poderá voltar no tempo e haverão dias também que será possível abrir os olhos iludido de que nada acabou.
domingo, 2 de outubro de 2011
Como que siera

quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Tempo perdido.
E aí, caio na velha pergunta: “O quê é que faço aqui?”. Devo esperar o tempo passar e levar consigo lembranças boas e ruins? Não, nunca fiz isso e não será desta vez.
Quero o tempo que passou, quero errar com mais bravura, beijar com mais vontade, sentir o vento - aquele que jamais será o mesmo - mexer meus cabelos, quero o novo, o criado, o ressuscitado. Gostaria também de reviver alguns momentos nem que seja só na memória, mas desbravá-los, descobrir o erro e consertá-lo - ou não.
E eis me aqui, sentada nesta cadeira novamente, acordando de sonhos que me mostram dias melhores, mas em algum lugar no ínfimo alguém me grita: ” CORRE e busca o que é teu”.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
No more tears
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
"Conto"- lhe
Ouve-se um estrondo.
Acabara ali o drama de anos. Datas marcadas pelo sofrimento, angústia e solidão.
Acabaram-se as preocupações decorrentes de um longo tempo sem saber como atuar, mesmo assim, as cortinas da vida sempre abriram precocemente para ele.
Ecoa agora a dúvida do que virá, escuridão ou luz?
Descobrirá sozinho, como tantas coisas em sua humilde existência, o que há acima ou abaixo das cortinas, dos camarins, ou até mesmo do picadeiro, como quiser chamar.
Consta aqui o triste fim de uma atuação sem grandes realizações.
sábado, 30 de julho de 2011
Lá fora a chuva cai,
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O que te faz feliz?
Camões dizia que o amor, é fogo que arde sem se ver. Prefiro me remeter à felicidade assim. Dessa forma acredito que a felicidade é, metaforicamente falando, abstrata. Abstrata, pois não há como encontrá-la da forma certa, na pessoa certa ou em algo concreto.
Vivemos á procura de momentos felizes, queremos encontrar em tudo que fizemos a satisfação que tanto sonhamos. Mas como?
Alguns dizem que a felicidade se encontra nos pequenos frascos, já outros preferem a demasia, a extravagância. No entanto acredito que a felicidade possa estar sempre estampada, tanto nas mínimas coisas quanto nas grandes.
Felicidade é poder acordar todas as manhãs, sabendo que se tem saúde e um mundo enorme lá fora, que mesmo com tantas injustiças também nos reserva momentos de glória. Felicidade é saber aproveitar cada momento como se fosse o último, tratar o próximo como ele é, único e insubstituível. Jamais perder uma única chance de dizer “eu te amo” ou de simplesmente dar um abraço apertado.
É saber tirar proveito das situações mais complicadas, saber dizer “eu venci” depois de um turbilhão de desafios. Acordar depois de um pesadelo e perceber que como tudo na vida, vai passar e você poderá voltar a dormir tranquilamente.
E acima de tudo acreditar. Acreditar que a felicidade existe, que sempre há luz no fim do túnel e mesmo tendo sempre alguém querendo te derrubar, haverá dois para te erguer e te fazer continuar.
Sempre reconhecer que mesmo com o tempo fechado, o sol continua brilhando, por todos nós, sendo de qualquer classe social, orientação sexual ou lugar do mundo. Pois desde que nascemos fazemos escolhas, percorremos caminhos que acreditamos serem corretos e se isso nos torna feliz porque não continuar? Precisamos acreditar em nós mesmos para sermos felizes, gostarmos primeiramente de nós para depois transmitir isso ao meio.
Conclui-se então que não importa onde estivermos sempre haverá um resquício de felicidade, cabe a nós procurá-lo e valorizá-lo.


