domingo, 27 de novembro de 2011
Se foi um erro eu quero errar sempre assim
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
:x

Reta final, pessoas deixadas pra trás, coração na mão
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Johnny manteu-se imóvel por alguns instantes, quando enfim se deu conta de que a única coisa que havia feito em todo aquele tempo era observar o teto, aquele que já fora palco de tantas decisões, medos e momentos de prazer, fora neste exato momento também que ele observou seu travesseiro, já molhado.
Em sua mente pousavam memórias dos mais diversos tipos e a saudade tomava conta daquele pequeno ser que ele havia se tornado, célula a célula. Tão insignificante diante da imensidão que o cercava só pôde implorar a alguma força maior:
- Por que me deixaste agir tão incoerente? Pra onde levaste minha sanidade?
Permaneceu ali, calado e só, já não haviam sobrado arrependimentos, ele usara todos. Deixou que o silêncio e o escuro tomassem conta e adormeceu repleto de culpa e de uma dor, que apenas um ser dentre os sete bilhões no mundo, pode curar.
"As conseqüências dos nossos atos são sempre tão complexas, tão diversas, que predizer o futuro é uma tarefa realmente difícil." (HP)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
E nada vai conseguir mudar o que ficou.

Haverão dias em que você acordará convicto de que poderá voltar no tempo e haverão dias também que será possível abrir os olhos iludido de que nada acabou.
domingo, 2 de outubro de 2011
Como que siera

quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Tempo perdido.
E aí, caio na velha pergunta: “O quê é que faço aqui?”. Devo esperar o tempo passar e levar consigo lembranças boas e ruins? Não, nunca fiz isso e não será desta vez.
Quero o tempo que passou, quero errar com mais bravura, beijar com mais vontade, sentir o vento - aquele que jamais será o mesmo - mexer meus cabelos, quero o novo, o criado, o ressuscitado. Gostaria também de reviver alguns momentos nem que seja só na memória, mas desbravá-los, descobrir o erro e consertá-lo - ou não.
E eis me aqui, sentada nesta cadeira novamente, acordando de sonhos que me mostram dias melhores, mas em algum lugar no ínfimo alguém me grita: ” CORRE e busca o que é teu”.